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terça-feira, 5 de junho de 2012

O ciclo do ouro no Brasil

Veja a apresentação de slides sobre o ciclo do ouro no Brasil através do link:

Responda as seguintes questões deixando seu comentário nessa postagem!!!
Mas atenção!!! Você deverá colocar no comentário seu nome completo e o ano e turma na qual estuda.
Valerão somente os comentários postados até dia 18 de junho.

Questão 1:
Assunto: Economia mineradora

Ano
Total (Kg)
Ano
Total (Kg)
1700-1710
29400
1750-1759
141880
1711-1720
65000
1760-1769
101290
1721-1729
80500
1770-1779
84485
1730-1739
115670
1780-1789
55975
1740-1749
144795
1790-1799
44545


(Fonte Virgílio Noya Pinto. O ouro brasileiro e o comércio anglo português. São Paulo, Nacional, 1979, p.114.)

A tabela acima refere-se à produção de ouro na sociedade mineradora do século XVIII.
A partir das informações contidas na tabela e da realidade da sociedade mineradora, o que podemos concluir em relação ao período maior e menor produção de ouro no Brasil?

Questão 2:
Assunto: Brasil Colônia

O ouro brasileiro que foi parar na Europa, em pagamento dos artigos importados legalmente ou contrabandeados, causou profundas repercussões na economia internacional.
Construa uma sentença historicamente correta utilizando todos os termos contidos no retângulo abaixo:

Inglaterra
ouro das Gerais
Revolução Industrial

Questão 3:
Assunto: Brasil Colônia

Além do ouro, o diamante foi outra riqueza bastante explorada no Brasil Colonial. A partir de 1739, a Coroa instituiu o sistema de contrato, entregando a exploração a um contratador. O mais famoso  contratador foi João Fernandes de Oliveira, que se envolveu com Chica da Silva, uma negra que conquistou sua liberdade e tornou-se poderosa no Arraial do Tijuco.

Jorge Benjor, cantor e compositor brasileiro, cantou em homenagem a esta mulher negra, ex-escrava, que se destacou em uma sociedade de valores “brancos”.

Chica da
Chica da
Chica da Silva
A negra.

Chica da Silva, a negra,
A negra,
De escrava a amante, mulher
Mulher,
Do fidalgo tratador João Fernandes.

A Imperatriz de Tijuco
A dona de Diamantina
Morava com sua corte
Cercada de belas mucamas
Num castelo na Chácara da Palha

De arquitetura sólida
E requintada
Onde tinha até
Um lago artificial
E uma luxuosa galera
Que seu amor João Fernandes, o contratador
Mandou fazer só para ela.
Muito rica e invejada,
Temida e odiada,
Pois, com suas perucas,
Cada uma de uma cor,
Jóias, roupas exóticas,
Das Índias, Lisboa e Paris,
A negra era obrigada
A ser recebida
Como uma grande senhora,
Da Corte do Rei Luís.

Chica da
Chica da
Chica da
Chica da Silva
A negra,
A negra.

Observe que a sociedade mineradora era um pouco mais flexível. O exemplo de Chica da Silva nos mostra esta realidade, uma vez que esta mulher negra, ex-escrava, conseguiu realmente ascender socialmente.

a)       RETIRE do texto uma frase ou característica que mostra que na sociedade mineradora havia mobilidade social.
b)       RESPONDA e JUSTIFIQUE: a possibilidade de mobilidade social que se observava na sociedade mineradora também ocorria na sociedade açucareira?

BOM TRABALHO!!!

domingo, 6 de maio de 2012

TRABALHO - 8º ANO - ESCOLA ESTADUAL PARAISENSE

TEMA: MUDANÇAS NO MODO DE PRODUÇÃO
CONTEÚDO: REVOLUÇÃO INDUATRIAL

   Para entender melhor as mudanças no sistema de produção com a Revolução Industrial, é necessário saber como e por que elas aconteceram.
   Por isso, faça uma pesquisa seguindo o seguinte roteiro:
1) Dê o conceito de: MODO DE PRODUÇÃO, MATÉRIA-PRIMA, MÃO-DE-OBRA.

2) Caracterize: PRODUÇÃO ARTESANAL, MANUFATURA E PRODUÇÃO FABRIL (que são as diferentes etapas do modo de produção).

Observação: O trabalho deverá ser feito em forma de slides (Power Point) e será apresentado na terça-feira, dia 15/05/2012 (8º ano 3 e 5) e na quarta-feira, dia 16/05/2012 (8º ano 1, 2 e 4). Formar grupos de, no máximo, 4 alunos. No primeiro slide, colocar o título do trabalho e o nome dos componentes do grupo. Se possível, ilustrar o trabalho.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Trabalho Independência dos EUA 8º ano 1, 2, 3, 4, 5

Orientações para a Conclusão do trabalho sobre a Independência dos EUA

Os Estados Unidos ainda se posicionam diante das demais nações do mundo como defensores da democracia. Refletindo sobre as interferências militares dos americanos (como no Iraque) e nos grandes problemas sociais (discriminação racial, desemprego, violência), podemos questionar a existência dessa democracia na prática.



  • Produza um texto refletindo sobre a democracia americana. Use argumentos do passado e do presente, considerando sua experiência como espectador e agente da história de seu tempo.

Sugestão para começar o texto:


Os Estados Unidos se consideram o país que mais preza a democracia e as liberdades individuais. No Monte Rushmore estão os bustos gigantescos de quatro presidentes americanos - Washington, Jefferson, Rossevelt e Lincoln, onde repousa o ideal de uma nação livre, progressista e democrática.


Porém, alguma vezes podemos observar que nem sempre eles seguem os preceitos da democracia e da liberdade, como aconteceu...


(Para continuar o texto, aborde um dos temas a seguir: exclusão dos negros, existência da Ku Klux Klan, Guerra do Iraque, tentativa de ocupação de Cuba, Guerra do Golfo, Guerra do Vietnã, etc. Se quiser, você pode abordar temas positivos ligados aos EUA, como: liberdade de imprensa, desenvolvimento da ciência, sucesso na economia global, criatividade na indústria do entretenimento, etc.).



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Trabalho de História

Roteiro para o 1º trabalho do Portifólio de História
Tema: Investigação ( o trabalho do historiador)
Professora: Flavia Calzavara
Trabalho referente à página 95 da apostila.
Esse trabalho terá o valor de 10 pontos.



1º passo: escolha um tema para iniciar sua investigação (pode ser um acontecimento familiar do qual existem várias fontes como: casamento, aniversário, viagem, seu nascimento, nascimento de um irmão, um dia muito triste, um dia muito alegre...).
2º passo: junte todas as fontes históricas disponíveis sobre o fato escolhido, como fotos, relatos de pessoas mais velhas, vídeos, objetos, vestimentas, canções, documentos, registros, etc.
3º passo: monte um trabalho contando para nós como ocorreu o acontecimento escolhido. Esse trabalho pode ser um vídeo (como por exemplo aqueles que passam em festa de aniversário e casamento), um álbum, uma linha do tempo ilustrada, um diário, uma paródia ou outra forma escolhida por você.
4º passo: trazer seu trabalho para ser exposto e apresentado para toda sala na sexta-feira, dia 09/03/2012 .

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Abolição da Escravatura - Navio Negreiro

Navio Negreiro
Castro Alves

I
'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.
'Stamos em pleno mar... Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias, —
Constelações do líquido tesouro...
'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...
'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...
Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.
Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo — o mar em cima — o firmamento...
E no mar e no céu — a imensidade!
Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa!
Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia... ..........................................................
Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!
Albatroz! Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz! Albatroz! dá-me estas asas.

II
Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz. Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após.
Do Espanhol as cantilenas
Requebradas de langor,
Lembram as moças morenas,
As andaluzas em flor! Da Itália o filho indolente
Canta Veneza dormente, — Terra de amor e traição,
Ou do golfo no regaço
Relembra os versos de Tasso,
Junto às lavas do vulcão!
O Inglês — marinheiro frio,
Que ao nascer no mar se achou, (Porque a Inglaterra é um navio,
Que Deus na Mancha ancorou),
Rijo entoa pátrias glórias,
Lembrando, orgulhoso, histórias
De Nelson e de Aboukir.. .
O Francês — predestinado — Canta os louros do passado
E os loureiros do porvir!
Os marinheiros Helenos,
Que a vaga jônia criou,
Belos piratas morenos
Do mar que Ulisses cortou,
Homens que Fídias talhara,
Vão cantando em noite clara
Versos que Homero gemeu ...
Nautas de todas as plagas,
Vós sabeis achar nas vagas
As melodias do céu! ...

III
Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus!
Meu Deus! Que horror!

IV
Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...
Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!
E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...
Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!
No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."
E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...

V
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!
Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz? Quem são?
Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa, Musa libérrima, audaz!...
São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . .
São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael.
Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis... Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
... Adeus, ó choça do monte,
... Adeus, palmeiras da fonte!...
... Adeus, amores... adeus!...
Depois, o areal extenso...
Depois, o oceano de pó.
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede, E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer.
Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão! Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...
Ontem plena liberdade,
A vontade por poder... Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer.
Prende-os a mesma corrente — Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!...
Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus,
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus?!...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Do teu manto este borrão?
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades! Varrei os mares, tufão! ...

VI
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia? Silêncio.
Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...
Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos
, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Surgimento da Burguesia

Surgimento da Burguesia:
1º passo: Ouça/leia novamente a música Burguesinha.
2º passo: Em grupo de no máximo 4 alunos, escolha uma maneira de ilustrar a música, caracterizando a classe da BURGUESIA. Pode ser um cartaz, um vídeo, uma dramatização, uma paródia ou outra maneira que o grupo preferir.
3º passo: Apresentar o trabalho no dia 27/02/12 (8º ano 1, 2, 3 e 4) e 28/02/12 (8º5).

Observações: Avisar pelo menos 3 aulas antes se irá precisar de algum material, como rádio, tv ou datashow.
Esse trabalho terá o valor de 5 pontos, dentro dos 40 pontos de trabalhos e atividades.